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Regulação amplia práticas voltadas para a responsabilidade social

2 ago

Notícia divulgada no jornal Valor Econômico em 29 de julho de 2009 pela jornalista Célia Rosemblum

A  responsabilidade social é uma tendência em alta nas empresas. Pelo menos 50% delas adotam no mínimo 22 de 56 práticas consideradas significativas para caracterizar o comprometimento com o desenvolvimento sustentável, que supõe equilíbrio entre aspectos econômicos, ambientais e sociais. Grande parte das iniciativas em curso está em áreas de impacto direto para a sobrevivência dos negócios ou relaciona-se a regulamentações. São ações nos campos da proteção das relações de consumo e nas relações de trabalho realizadas por 60% das companhias.

Esse diagnóstico emerge de uma pesquisa realizada em 2008 pelos institutos Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e Akatu pelo Consumo Consciente que será divulgada hoje em São Paulo. Executado pelo IBOPE, o levantamento tem como base uma amostra principal de 721 entrevistas com empresas dos setores industrial, de comércio e de serviços e foi complementado por estudos paralelos de segmentos como finanças, energia elétrica e farmacêutica.

A comparação com um estudo similar feito pelo Akatu em 2004 mostra que o número de práticas em vigor nas empresas brasileiras, cuja média ficava em 11, dobrou em quatro anos.

 

Leia o artigo na integra: link (via @VarejoVerde)

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O que a teoria fala da Responsabilidade Social

31 jul

John Elkington no livro Canibais de Garfo e Faca, cita que “o desafio atual é desenvolver uma economia global sustentável, que possa ser sustentada pelo planeta indefinidamente.” Neste contexto, é crescente o interesse pela sustentabilidade empresarial, mas as opiniões são controversas sobre o assunto.

Na abordagem clássica de responsabilidade social, apoiada por economistas como Milton Friedman (vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 1976),  “a única responsabilidade social da empresa é gerar emprego para a sociedade e lucro para os acionistas.”

Na 3º Conferencia Internacional sobre RSE ocorrida no Chile em 2005, o professor de Harvard James Austin citando Friedman, defendeu que  “O négócio dos negócios é criar valor social além de econômico. Porque o valor econômico nem sempre cria valor social, mas o valor social sempre cria valor econômico, numa espiral virtuosa.”

Economistas como Paul Samuelson (Nobel de Economia em 1970) apoia um  ponto de vista socioeconômico da responsabilidade social, em que é necessário contribuirmos para o desenvolvimento do meio em que estamo inserido, pois é deste que retiramos insumos como matéria prima e mão de obra.

Contudo, o conceito mais aceito atualmente, é o cunhado por Elkington em 2002, conhecido como os três pilares da sustentabilidade, ou pelo termo em inglês triple bottom line (TBL), que defende o equilibrio entre o desenvolvimento econômico, social e ambiental.

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